Em audiência pública, presidente afirma acreditar que a classe política não é composta apenas de maus representantes

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Maranhão, promoveu audiência pública na tarde desta quinta-feira, 10 de agosto, para discutir a reforma política. Convidado especial, o desembargador Raimundo Barros, presidente do Tribunal Regional Eleitoral explicou que sua observação acerca do tema seria mais como cidadão que como magistrado, destacando a demora para efetivação da reforma política que acaba por contribuir para a atual crise econômico-política enfrentada pelo país.

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Maranhão, promoveu audiência pública na tarde desta quinta-feira, 10 de agosto, para discutir a reforma política. Convidado especial, o desembargador Raimundo Barros, presidente do Tribunal Regional Eleitoral explicou que sua observação acerca do tema seria mais como cidadão que como magistrado, destacando a demora para efetivação da reforma política que acaba por contribuir para a atual crise econômico-política enfrentada pelo país.

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Maranhão, promoveu audiência pública na tarde desta quinta-feira, 10 de agosto, para discutir a reforma política. Convidado especial, o desembargador Raimundo Barros, presidente do Tribunal Regional Eleitoral explicou que sua observação acerca do tema seria mais como cidadão que como magistrado, destacando a demora para efetivação da reforma política que acaba por contribuir para a atual crise econômico-política enfrentada pelo país.

Raimundo Barros entende ser de grande valia o empenho de cada um em seu trabalho contribuindo para o desenvolvimento da sociedade. Também acredita não ser a classe política composta apenas de maus representantes. O que falta é a atenção do eleitor na hora de eleger.

Em se tratando especificamente de reforma, para o desembargador seria bastante eficaz a diminuição no quantitativo de partidos políticos existentes, o que acabaria por reduzir distorções grotescas nos eleitos, sobretudo àqueles que possuem pouca representatividade. Outra distorção são as comissões provisórias nos partidos que tem um prazo longo de existência e são constituídas e destituídas sem nenhum critério objetivo. Criticou, ainda, não existir nenhuma identidade entre o eleitor e os partidos políticos em geral.

Por fim, aproveitou para discorrer as vantagens do recadastramento biométrico e a evolução do processo eleitoral. Contudo, frisou que é necessário que o eleitor acompanhe essa evolução e tenha consciência maior da importância do voto.

A audiência pública fez parte das comemorações do Mês do Advogado, cujo dia é celebrado no dia 11 de agosto, que reuniu conselheiros da OAB, operadores do direito, especialmente advogados, além de estudantes e a imprensa.

“Mais uma vez a Casa de Todos abre suas portas para debater uma questão de fundamental importância para a sociedade. Assim foi em outros momentos que nos colocamos à disposição e desta feita, não poderíamos deixar passar em branco um debate importantíssimo como este, sobre a Reforma Política”, explicou o presidente da OAB/MA, Thiago Diaz.

Questões como as atuais funções de vice-presidente da República, vice-governador e vice-prefeito; datas das eleições; reeleição e duração do mandato; sistema eleitoral; financiamento de campanha e coligações partidárias também estiveram na pauta da audiência.

Compuseram a mesa Thiago Diaz, os desembargadores Raimundo Barros e Lourival Serejo (Tribunal de Justiça), o advogado José Luiz Gama (presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/MA) e o deputado estadual Eduardo Braide.

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